CAPELANIAS

arvore.png

ANDERSON GUERRA

CAPELANIA PRISIONAL

Quão maravilhoso foi o dia do cumprimento da profecia em que o verbo se fez carne e habitou entre nós. Como assim, “habitou entre nós”? Pois é.  O Grande e poderoso Deus encarnou entre os pecadores e todos quanto o receberam deu-lhes o poder de serem feitos seus filhos. Exatamente isto.

Nós da Capelania Prisional temos contemplado e somos testemunhas oculares de homens e mulheres que nos presídios do nosso Estado, confessaram a Cristo Jesus como Senhor e Salvador de suas vidas e foram feitos filhos do Altíssimo. Sim ELE habita em mim, também em você na pessoa do Espírito Santo. Aliás, Ele habita na prisão, isso mesmo, em um lugar em que muitos acreditam ser um lugar improvável para isto. É bem verdade que o diabo vem senão para roubar, matar e destruir; mas Cristo veio e está vivo aqui, também está nos presídios para levar vida e vida em abundância. Onde exalava só o odor da morte, agora com a presença de Deus exala o perfeito perfume de Cristo. Assim, dentro dos quatro muros da prisão de onde para muitos é impossível sair alguma coisa boa, nós missionários da Convenção Batista Fluminense temos essa incumbência:  A missão de mostrar que isso é possível, levando lá a mensagem da vida eterna.

Sim, é tempo de RECONSTRUIR e estou certíssimo de que o solo fluminense está preparado para isto, em especial, as prisões. É tempo de RECONSTRUIR homens, mulheres, e suas famílias. Como pastor missionário da Convenção Batista Fluminense nas prisões, já descobri que o sistema prisional é um celeiro de missões, é um celeiro de fazermos outros missionários, mas talvez alguém ainda insista nesta questão:  é possível sair alguém ou alguma coisa boa de dentro do sistema prisional do nosso Estado?

Queridos, nós sabemos e não temos tempo nem é a nossa finalidade passarmos aqui dados acerca da situação catastrófica, calamitosa do sistema prisional no nosso Estado, mas só para você ter uma ideia rapidamente, já passamos dos oitocentos mil presos em nosso país, e as igrejas fluminenses têm a missão de avançar em evangelização também no campo prisional do Estado do Rio de Janeiro.

Como missionários do Departamento de Evangelismo e Missões do campo fluminense, temos este desafio e é possível enfrentá-lo se tivermos parcerias com as igrejas locais. Talvez você já faça parte desta parceria.

Como podemos dizer com certeza que o sistema prisional brasileiro é um celeiro fértil para missões e para fazermos missionários? Como se ter a certeza de que pode sair alguma coisa boa daquele lugar tão terrível e tão malvisto? Olhe a minha pergunta novamente. Pois é; este que vos fala é exatamente fruto de um trabalho de capelania prisional. É assim que Deus faz.  Ele é poderoso, aliás ele é “poderoso para fazer tudo mais abundantemente além do que pedimos ou do que pensamos segundo o poder dele que opera em nós”. 

Sim, é TEMPO DE RECONSTRUIR. Um dia um homem saiu do sistema prisional depois de cumprir sua pena, convertido e transformado por Jesus Cristo, sentiu o ardor missionário para pregar o evangelho e assim ele fazia.  Custeado e sustentado pelas igrejas locais, aquele que um dia esteve preso, mas fora alcançado, recebera o chamado do SENHOR para realizar essa missão nos presídios, pregando ali o evangelho da paz. Assim fazia esse pregador!

Aconteceu que eu mesmo ouvindo aquelas mensagens, num belo e maravilhoso dia, ergui as minhas mãos que estavam cansadas e aceitei o convite de Jesus. Confessei os meus pecados a Cristo e O recebi como Salvador e Senhor da minha vida.

Hoje também sou pastor missionário consagrado, ordenado pela Primeira Igreja Batista de Macaé com esta única e exclusiva missão: pregar para aqueles que estão em prisões.

Precisamos que você faça uma parceria conosco, faça contato com o nosso departamento de evangelismo e missões e contribua, seja um parceiro nosso, uma parceira nossa, orando, mobilizando, investindo e, indo.

Que o Senhor nosso Deus segundo as suas riquezas, supra todas as suas necessidades em glória por Cristo Jesus nosso Senhor, como está em Filipenses 4:9.

arvore.png

PAULO GIOVANNI

LAR BATISTA ANTONIO SOARES FERREIRA

Tenho a alegria de ter sido enviado ao campo missionário por Missões  Estaduais no mês de outubro de 2015, para atuar na Capelania no Lar Batista. Chegando ao campo cheio de expectativa, veio um pensamento de que aquele lugar seria o ponto final para os idosos que ali estavam. Entretanto fui ministrado pelo Espírito Santo que falou ao meu coração que não seria o fim, e sim um início de uma nova vida com Cristo para todos aqueles que chegassem ao Lar Batista sem um encontro com Ele. 


Tive alegria de ao longo desse tempo conduzir alguns irmãos ao batismo. Lembro-me também que muitos aceitaram Jesus e foram recolhidos pelo Senhor. Em alguns encontros tive a alegria de ver muitas vidas sendo transformadas pelo poder do Espírito Santo. Pude acompanhar uma senhora que dependia de ajuda para tudo que ia fazer, sem motivação para vida, pois a situação em que se encontrava havia tirado a sua alegria. Ao vê-la sem nenhuma perspectiva e totalmente triste com a vida, após alguns encontros, compartilhando de Jesus, ela veio a firmar a sua fé em Cristo Jesus como Senhor. Aquela Senhora sem alegria já não existia mais e foi conduzida ao batismo.


Lembro-me também da chegada de uma senhora chamada Matilde. Começamos um relacionamento conversando sobre as coisas da vida. Ouvia dela o relato de várias de suas lutas, mas não me lembro de vê-la reclamando da vida. Ela havia ficado viúva ainda nova e com um casal de filhos, sendo a menina especial, criou os filhos, os viu falecerem, chegando aos seus 87
anos. Era uma das que nos inspirava, porém lhe faltava uma coisa: Receber a Cristo. Aprendi nesse trabalho com a senhora Matilde, que relacionamento é muito importante para se compartilhar Jesus. Assim pois, aconteceu, durante uma de nossas conversas ela me perguntou: o que preciso fazer para ser salva? Respondi-lhe prontamente que era necessário que ela aceitasse a Jesus como seu Salvador. Durante mais dois encontros ela me respondeu positivamente que recebera Jesus como seu Salvador. 


Ao longo desse tempo temos tido muitas vitórias, conquistas e alegrias em estar servindo ao Senhor pois um lugar que parecia o fim, na realidade tem sido o recomeço para muitos que têm recebido a Jesus como Senhor e Salvador. Tem sido uma alegria representar a igreja de Cristo neste campo. Que o Senhor abençoe sua vida.

arvore.png

RODRIGO CUNHA

CAPELANIA PRISIONAL

Olá, sou Pr. Rodrigo Cunha, seu missionário em Missões Estaduais em capelania prisional em Itaperuna, extremo norte do Estado. Nosso trabalho é assistir os detentos, pregando o evangelho de Cristo àqueles que ali estão e transmitindo os valores do Reino de Deus para que haja cada vez mais oportunidades de salvação e regeneração naqueles que estão ou estiveram envolvidos no crime. Este é um trabalho duro, mas muito realizador pois estamos fazendo exatamente aquilo que Jesus faria neste tempo de tanta criminalidade, corrupção e maldade em nossa sociedade.

Trabalhar entre os internos nos ensina a paciência, tolerância e a humildade. Quantas vezes temos que nos ajustar às normas ou procedimentos internos que nos dificultam o acesso necessário a eles. Temos que nos adaptar. Quanto a projetos evangelísticos, muitas vezes, precisamos mudar programas e desenvolver outras estratégias para alcançar o mesmo objetivo, lembrando sempre que ali, estamos trabalhando não em regime aberto, com liberdade, mas sim em regime fechado onde tudo e todo acesso é difícil para assistir alguém com muitas normas de segurança!

Trabalhar como pastor missionário ali é saber SEMEAR. Sim, semear e aguardar a colheita pacientemente, sem se importar com o tempo, mas sabendo que os frutos virão na hora certa do Senhor. Já tenho 16 anos de trabalho entre as celas carcerárias e neste tempo vimos muitos serem salvos, mudarem suas vidas pelo poder do evangelho, serem batizados e agregados a uma igreja, inclusive batistas. Suas vidas mudam até no aspecto do interesse pelos estudos e pelo trabalho sério.

O campo missionário penitenciário, onde nosso Departamento de Missões Estaduais atua e investe através de nós, é um campo riquíssimo, valioso para o Reino de Deus, todavia se não houver investimento da igreja, do seu povo, o termômetro da violência nessa sociedade pode piorar ainda mais do que está. E o resultado deste investimento missionário são vários ex-meliantes, ex-roubadores, ex-assassinos, ex-traficantes, etc, agora crentes, transformados. Muitos destes lá de dentro mesmo das celas exerciam e exercem uma forte influência aqui fora. Quando se convertem essas influências são para o bem, mas os que não se convertem de lá mesmo muitas vezes comandam o tráfico de drogas, os homicídios, tudo de dentro das prisões!

Investir na evangelização destas almas não é só oferecer oportunidade de Salvação a eles, mas também de certa forma uma salvação social a nós mesmos, se é que meu leitor me entende! Nossos cultos são repletos de pessoas, com muitas conversões e arrependimentos ou reconciliações e manifestações de fé e louvor. Realizo-me em servir aqui! Vale muito a pena o que fazemos! No momento, desde o início da Pandemia, tivemos que parar todo nosso trabalho em nossa carceragem, por determinações de segurança do governo do Estado.

Oremos por nossa igreja ali na prisão, já há mais de um ano sem assistência nossa e orando por nós, por nossas igrejas batistas aqui fora, seus membros e pastores.

Nossas metas maiores são: além de voltarmos ao cárcere, o mais breve possível, e poder auxiliar a família prisional, amparando de alguma maneira, principalmente, no quesito alimentação, assistência psicológica terapêutica e de vestuário às famílias.

arvore.png

LUCAS CASTOR

CAPELANIA UNIVERSITÁRIA

Nos dias atuais as pessoas estão sempre em busca de aperfeiçoamentos visando o mercado de trabalho, e o ambiente acadêmico é o lugar onde jovens se preparam para esse novo ciclo de vida ao passar no vestibular. Muitos se deslocam de suas Cidades e Estados para viverem por um período de 4-5 anos na cidade universitária, enfrentando a distância da família, da igreja e seus líderes, o que torna esse período desafiador.


Além dos motivos supracitados, há uma gama de oportunidade tóxicas que afligem muitos jovens físico, emocional e espiritualmente, conduzindo muitos às drogas, prostituição e às doutrinações ideológicas, tornando o ambiente universitário um lugar hostil e desestabilizador para jovens recém-chegados. 


Ao olhar para esse cenário, Missões Estaduais, através da Capelania Universitária, busca atuar no alcance desses alunos e profissionais que convivem com grande pressão objetivando suporte emocional e espiritual a eles, tornando o evangelho
acessível às vidas que peregrinam na cidade de Seropédica. O trabalho é voltado para fortalecer os alunos cristãos que são alvo de muitas armadilhas que visam esfriá-lo na fé, e para o jovem que não é convertido, a oportunidade de conhecer Jesus, dando a eles através da Palavra ministrada, dos aconselhamentos, e reuniões semanais um tempo de edificação e manifestação da graça de Deus.


Temos então a grande responsabilidade de ministrar a pessoas de diferentes culturas e pensamentos o evangelho de Cristo, crendo que a universidade é também alvo do amor de Deus, e um grande campo missionário a ser desbravado
pela igreja de Cristo, e semeado neste tempo pelo obreiro integral, o capelão universitário.


Estamos a mais de 20 anos servindo neste campo, contamos com a igreja de Cristo, orando e investindo para que mais vidas sejam impactadas pelo poder do evangelho. Faça parte desse propósito, invista em missões estaduais e colabore
com a missão estudantil.

arvore.png

PAULO OGG

CAPELANIA HOSPITALAR

Hospital da Posse e Maternidade Mariana Bulhões ficam no bairro da Posse, em Nova Iguaçu, cidade com mais de 900 mil habitantes. É neste contexto que Missões Estaduais se faz presente e faço, a cada semana, ações pontuais, necessárias para que a assistência aos enfermos continue acontecendo. 


Com o COVID-19 e seu avanço devastador, ocenário de um hospital foi alterado, sua rotina transformada e vidas ceifadas. A capelania, em seu plantão diário, busca atender às demandas dos setores, em acordo com a equipe técnica da saúde e fazendo uso de equipamento de proteção. Com esses critérios adotados e seguros, atuamos com pacientes,
familiares e servidores.


Com a parceria de igrejas e amigos, recebemos máscaras, álcool em gel (bombonas), frascos/ bisnagas para álcool em gel (pequenos frascos) para uso dos capelães e oferecimento àqueles que disto necessitem. A cada semana, o encontro de capelães com servidores, num momento de oração e clamor, tem marcado o trabalho da capelania. Dona Sonia, que atua como reguladora de fluxo, portaria, do Hospital da Posse, disse: Como é bom ter vocês por perto, orando com a gente!
Assim, a cada chegada da equipe, uma roda de oração é feita na recepção do hospital.


Recentemente a capelã Fátima do Rosário, missionária voluntária, que atua na Maternidade Mariana Bulhões, relatou: Atendi a parturiente “X”, com uma gravidez de alto risco, mas o bebê não resistiu e morreu. A capelã estava ali para confortar aquela mulher. O marido, vendo a dedicação da capelã, disse: Você me ajudaria a vestir o bebê, no caixão?
A missionária, não somente ajudou, mas foi ao sepultamento onde levou uma palavra  de alento para aquela família. É tempo de reconstruir os sonhos dessa família, e a presença da capelã foi pontual e abençoadora. Recentemente, tivemos uma experiência pós atendimento muito interessante, na cidade  de Queimados. Internada em dois momentos distintos, certa mulher que estava afastada do evangelho, recebeu o atendimento da equipe que manteve com ela um bom relacionamento. 


Com as ações da capelania, no atendimento diário, ela se reconciliou com Cristo, entende ser o momento de reconstruir. Um mês, após a alta, eu e mais três capelães estivemos em sua casa e ali celebramos com ela e sua  família. Estar na pediatria, contando histórias foi outro desafio. Reconstruir, ressignificar esse momento de interação. Nesta etapa de pandemia, registro, como missionário, que não paramos de atuar, embora hospitais diversos tenham cessado as atividades, contudo, implantamos uma nova capelania na cidade de Saquarema, Hospital de Bacaxá, desde novembro de 2020.  


Se o tempo é de reconstruir, conto com suas orações, parceria, oferta, pois a obra do Senhor não para.

arvore.png

EDSON SILVA

CAPELANIA MILITAR

O Serviço de Assistência Religiosa e Espiritual da Capelania Militar do Exército Brasileiro existe desde a colonização do Brasil. Somente com fé se pode obter sucesso em uma missão. Já que não há tarefa que possa ser bem cumprida se o soldado não acreditar que é capaz de realizar aquilo que lhe compete. 

A Capelania da Guarnição da Vila Militar em Deodoro é um campo missionário bem abrangente, pois o Capelão e Pastor Edson Silva atende vários Batalhões, Escolas militares e um Hospital que estão em sua área de atuação. Tem sido um trabalho missionário dinâmico que vem rendendo muitos frutos para o Reino de Deus! Através das mensagens em formaturas e reuniões de oficiais, nas pregações em cultos nos quartéis, na aplicação de diversas Palestras da Capelania e distribuição de Novos Testamentos Camuflados, das gravações de vídeos para as mídias sociais com mensagens de fé e esperança para a tropa, realização de cerimônias fúnebres, visitas aos enlutados, aos baixados em hospitais e aos presos e encarcerados.

O nosso Capelão militar missionário ainda preside e pastoreia a Igreja Evangélica da Vila Militar atendendo nessa Capela do Exército as famílias militares e civis. Ele e sua esposa Valdilene, e filhos Davi (14) e Giulia Victória (10) desenvolvem o ministério de apoio, fortalecimento e evangelização das famílias dessa guarnição e contam com nossas orações.

arvore.png

JOANA RAPHAEL

CAPELANIA ESCOLAR

Sim, é tempo de reconstruir! Reconstruir trajetórias! Redescobrir sonhos ou quem sabe, ensinar a sonhar e a realizar.

 

O Projeto Escolhas tem a missão de possibilitar aos adolescentes e jovens que estejam cursando do 9º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio uma melhor percepção de si mesmos, reduzir a ansiedade por uma escolha, planejar e iniciar a construção de suas trajetórias profissionais, estimular a descoberta de novas habilidades, apontar caminhos onde possam concretizar seus projetos de vida e alcançar a felicidade. Tudo isto firmado nos princípios cristãos.

 

Somos 11 capelães escolares envolvidos no Projeto Escolhas (adolescentes e jovens) e no Fábulas e Parábolas (crianças). Atuamos em nove municípios. Já alcançamos mais de 15 mil adolescentes e jovens para glória de Deus.

 

Na pandemia reinventamos nosso ministério. Nada parou! Os aconselhamentos, palestras e oficinas prosseguem no WhatsApp e outras plataformas digitais.  Os capelães têm auxiliado professores e alunos em suas necessidades emocionais e de segurança alimentar. Mesmo o isolamento social tendo trazido demandas missionárias extras, também trouxe o sentir Deus conduzindo a história dos seus escolhidos. Ele tem ensinado como agir nesse tempo. Ele tem enchido os corações de esperança. Sim, Ele segue reconstruindo. Ele segue amando e fazendo a história conosco.